A ordem de votação na urna eletrônica segue uma sequência fixa em todo o país, definida pela Justiça Eleitoral. Conhecer essa ordem com antecedência ajuda o eleitor a se organizar antes de ir à seção eleitoral e reduz o tempo gasto dentro da cabine no dia da votação.

Ordem de votação na urna em 2026: veja como preencher a colinha - Nando Pinheiro 22321

Em 2026, o eleitor votará para seis cargos no primeiro turno, sempre na mesma sequência, independentemente do estado ou município. Não é possível alterar essa ordem, pular etapas ou votar em cargos fora da sequência apresentada pela máquina.

A sequência completa dos seis votos

De acordo com informações divulgadas pela Justiça Eleitoral, a ordem de votação em 2026 segue esta sequência:

  1. Deputado federal
  2. Deputado estadual ou distrital
  3. Senador — primeira vaga
  4. Senador — segunda vaga
  5. Governador e vice-governador
  6. Presidente e vice-presidente

Essa ordem é a mesma em todas as urnas do país, o que facilita a orientação do eleitor antes de entrar na seção de votação.

Duas escolhas distintas para o Senado

Um ponto que costuma gerar dúvida é a votação para senador. Em 2026, o eleitor faz duas escolhas separadas para o cargo, já que estão em disputa duas vagas no Senado. A urna apresenta essas duas etapas de forma independente, uma após a outra, e cada uma exige a digitação do número correspondente ao candidato escolhido para aquela vaga específica. É importante prestar atenção, pois são votos distintos, mesmo que o cargo seja o mesmo.

O que é a colinha eleitoral e para que serve

Para ajudar o eleitor a lembrar os números das candidaturas escolhidas, a Justiça Eleitoral orienta o uso de uma colinha eleitoral pessoal. Trata-se de uma anotação simples, feita em papel, com os números dos candidatos que o eleitor pretende votar em cada cargo, seguindo a mesma ordem que aparecerá na urna.

A colinha não é um documento oficial nem obrigatório, mas é uma ferramenta recomendada justamente para reduzir erros de digitação e diminuir o tempo de permanência na cabine de votação, especialmente em pleitos com múltiplos cargos, como o de 2026.

Número de urna de Nando Pinheiro: 22321

Regras para o uso correto da colinha

Para que a colinha eleitoral cumpra sua função sem gerar problemas, alguns cuidados são importantes:

  • A anotação deve ser pessoal e individual, feita pelo próprio eleitor, sem compartilhamento com terceiros dentro da seção.
  • Deve conter apenas os números dos candidatos, na ordem em que aparecerão na urna: deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador (duas vagas), governador e presidente.
  • Não deve ser usada como material de propaganda, distribuída a outros eleitores ou exibida de forma que constranja a votação de terceiros.
  • O papel pode ser levado para dentro da cabine e descartado normalmente após o uso, seguindo as orientações da mesa receptora.

Esse tipo de anotação é especialmente útil para quem pretende votar em números menos memorizados ou para reduzir a insegurança de errar a sequência dentro da cabine.

Conferindo cada voto antes de confirmar

Depois de digitar o número de cada candidato, a urna eletrônica exibe na tela algumas informações que permitem ao eleitor checar se a escolha está correta antes de apertar o botão CONFIRMA. É recomendável observar:

  • A foto do candidato, quando disponível;
  • O nome ou nome de urna;
  • O número digitado;
  • O partido ao qual o candidato está filiado;
  • O cargo em disputa naquela etapa da votação.

Se qualquer uma dessas informações não corresponder ao candidato pretendido, o eleitor pode corrigir a digitação antes de confirmar o voto, usando a tecla de correção disponível na urna. Uma vez confirmado, o voto não pode mais ser alterado, por isso a conferência prévia é a etapa mais importante de todo o processo.

Organização facilita a votação

Como a ordem de votação em 2026 envolve seis cargos e duas vagas de senador, a preparação prévia do eleitor faz diferença. Saber a sequência exata — deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador para a primeira vaga, senador para a segunda vaga, governador e vice, e por fim presidente e vice — evita hesitação diante da urna eletrônica.

A colinha eleitoral, usada de forma pessoal e sem finalidade de propaganda, é apenas um auxílio de memória. A decisão de voto continua sendo exclusiva de cada eleitor, e a conferência das informações na tela antes de confirmar cada escolha permanece como a etapa final e decisiva do processo de votação.

Fontes consultadas

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